IGP-M

 

Índices Gerais de Preços
 

Os Índices Gerais de Preços da Fundação Getulio Vargas foram divulgados pela primeira vez em novembro de 1947, no número de estréia da Revista Conjuntura Econômica. Desde então registram as variações de preços de matérias-primas agropecuárias e industriais, de produtos intermediários e de bens e serviços finais.

Apresentam-se em três versões: Índice Geral de Preços – 10 (IGP-10), Índice Geral de Preços do Mercado (IGP-M) e Índice Geral de Preços – Disponibilidade Interna (IGP-DI). A diferença entre eles está no período de coleta das informações para cálculo do índice. O quadro a seguir compara o período de referência de cada versão do IGP. Os preços coletados em cada período são comparados aos levantados nos 30 dias imediatamente anteriores:

 
Períodos de Coleta de Preços
Mês Anterior
Mês de Referência
11
 
 
 
 
21
 
 
 
 
01
 
 
 
 
10
 
 
 
 
20
 
 
 
 
30
IGP – 10
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
IGP – M
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
IGP – DI
 

O IGP-10 mede a evolução de preços no período compreendido entre os dias 11 do mês anterior e 10 do mês de referência. A série do IGP-10 teve início em 1993. O IGP-M é coletado entre os dias 21 do mês anterior e 20 do mês de referência. Sua série começa em 1989. O IGP-DI é coletado entre o primeiro e o último dia do mês de referência. A série histórica retroage a 1944.

O IGP-M, diferentemente das demais versões, conta com um sistema de apurações prévias divulgadas antes do fechamento mensal. Essas prévias apresentam resultados parciais do índice com base na coleta realizada em períodos de dez dias.

A primeira prévia, divulgada com a denominação de primeiro decêndio, calcula as variações obtidas a partir das informações colhidas no período de 21 a 30 do mês anterior ao de referência, comparadas às levantadas ao longo dos trinta dias anteriores. A segunda prévia expande o período de coleta para 21 do mês anterior a 10 do mês de referência, apresentando resultados cumulativos. A terceira apuração é o próprio IGP-M.

Fonte: FGV IBRE

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  1. 30/08/2011 às 1:09 pm

    Principal índice utilizado para reajuste dos contratos de aluguel o IGP-M do acumulado dos últimos 12 meses, ficou em 8%. Em agosto o IGP-M subiu 0,44%, ante uma queda de 0,12% em julho. No ano o acumulado é de 3,48%.

  2. 02/09/2011 às 8:42 am

    Encerradio o mês de Agosto o IGP-M ficou em 0,44%, preparem-se quem tem contrato para ser revisto no mês de setembro, reajuste no valor poderá ser de 8%.

    Uma pessoa que paga hoje de aluguel, R$500,00 poderá ter que pagar R$540,00, alguém que paga R$600,00 poderá ter que pagar R$648,00.

  3. 09/09/2011 às 9:58 pm

    Inflação “do aluguel” acelera alta na 1ª prévia de setembro
    09 de setembro de 2011 • 08h14 • atualizado às 13h00
    A inflação medida pelo Índice Geral de Preços do Mercado (IGP-M) dobrou, pressionada tanto pelo atacado quanto pelo varejo, com destaque para os alimentos. O indicador teve alta de 0,43% na primeira prévia de setembro, ante 0,22% em igual período de agosto, informou a Fundação Getúlio Vargas (FGV) nesta sexta-feira. O indicador amplamente utilizado na correção de contratos de aluguel acumula variação de 3,93% no primeiro decêndio em 2011, enquanto a inflação em 12 meses é de 7,23%.

    O Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA) subiu 0,49% nesta leitura, contra avanço anterior de 0,28%. O IPA agrícola passou de elevação de 0,8% para 0,86%, enquanto o IPA industrial passou de aumento de 0,1% para 0,36%.

    As maiores altas individuais de preços no atacado na primeira prévia de setembro foram de soja em grão, minério de ferro, café em grão, aves abatidas e frigorificadas e aves. O Índice de Preços ao Consumidor (IPC) avançou 0,42%, ante variação positiva de 0,07%.

    As principais elevações de preços no varejo foram de limão, mamão papaia, leite longa vida, plano e seguro saúde e alcatra.

    Os custos do grupo Alimentação passaram de queda de 0,25% na primeira prévia de agosto para avanço de 0,6% agora. Também pressionaram os preços de Vestuário, cujo aumento acelerou de 0,25% para 1,92%.

    O Índice Nacional de Custo da Construção (INCC) subiu 0,1%, ante 0,16%.

    Fonte: Cost drive

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